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PT
Avisos e instruções de segurança
NO
3
Reagente 1:
Perigo
H261 Em contacto com a água liberta gases inamáveis. H315 Provoca irritação cutânea.
H317 Pode provocar uma reacção alérgica cutânea. H319 Provoca irritação ocular grave.
H335 Pode provocar irritação das vias respiratórias. H412 Nocivo para os organismos
aquáticos com efeitos duradouros.
P101 Se for necessário consultar um médico, mostre-lhe a embalagem ou o rótulo. P102
Manter fora do alcance das crianças. P232 Manter ao abrigo da humidade. P261 Evitar
respirar as poeiras. P280 Usar luvas de protecção/vestuário de protecção/protecção
ocular/protecção facial. P335+P334 Sacudir da pele as partículas soltas. Mergulhar em
água fria/aplicar compressas húmidas.
Componente determinante para o perigo constante no rótulo: ácido sulfanílico.
NO
3
Reagente 2
Atenção
H317 Pode provocar uma reacção alérgica cutânea. H341 Suspeito de provocar anomalias
genéticas. H412 Nocivo para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
P101 Se for necessário consultar um médico, mostre-lhe a embalagem ou o rótulo. P102
Manter fora do alcance das crianças. P280 Usar luvas de protecção/vestuário de protec-
ção/protecção ocular/protecção facial. P301+P310 EM CASO DE INGESTÃO: contacte
imediatamente um CENTRO DE INFORMAÇÃO ANTIVENENOS ou um médico.
Componente determinante para o perigo constante no rótulo: dihidrocloreto de m-
-fenilenodiamina.
Teste de silicato SiO
2
Descrição do produto
O kit de teste do teor de silicato JBL SiO
2
serve para a medição e o controlo rotineiro do teor de silicato em
água doce e salgada dentro de uma faixa de 0,2 - >6 mg/l (ppm). Um processo de compensação especialmente
desenvolvido pela JBL permite a obtenção de resultados exactos e conáveis também no caso de uma água
de aquário ligeiramente colorida, tal como ocorre no caso da ltragem com turfa ou do tratamento de doenças.
Possíveis perturbações devidas à presença simultânea de fosfato na amostra de água são excluídas mediante
a adição desfasada do reagente 2.
Por que testar?
O silício é um dos elementos químicos mais abundantes na terra. Com a degradação das rochas de silicato, o
silício é introduzido em forma de silicato nas águas superciais e freáticas. Por este motivo, a água de torneira
contém, conforme as características especícas do subsolo na região em questão, diferentes teores de silicato
dissolvido. Os teores de silicato na água de torneira podem chegar a atingir a marca de 40 mg/l e, em casos
raros, até mesmo ultrapassar este valor. Silicatos não são tóxicos e as directivas respeitantes à qualidade da
água potável não incluem uma denição de valores limite.
Para a aquarística e o lago de jardim, o silício é importante como nutriente das algas diatomáceas, assim como
de algumas plantas aquáticas (p. ex. Ceratophyllum), esponjas silíceas e vários outros invertebrados. Após o
equipamento de um aquário novo, as diatomáceas são as primeiras a colonizá-lo formando acumulações cas-
tanhas. Estas acumulações desaparecem lentamente no momento em que o aquário estiver funcionando bem
e quando houver uma concorrência suciente de outras algas e microorganismos, o que provoca igualmente
uma redução nítida da concentração de silicato na água. No entanto, em muitos casos estas acumulações de
algas diatomáceas podem voltar a surgir sobretudo em água marinha após a troca da água com a consequente