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Astralpool Smart+pH 100 - Page 163

Astralpool Smart+pH 100
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6.MANUTENÇÃO:__________________________________________________________________________________________________
6.1. Manunteção da célula de electrólise
A célula deve ser mantida em condições adequadas para garantir um longo tempo de funcionamento. O sistema de electrólise salina conta
com um sistema de limpeza automática dos eléctrodos. Assim, evita-se a formação de incrustações calcárias nos mesmos, portanto não se
prevê a necessidade de efectuar nenhuma limpeza nos mesmos. No entanto, caso seja necessário realizar uma limpeza no interior da
célula, proceda da seguinte forma:
Parar o sistema de electrólise e o restante equipamento da piscina.
Fechar as válvulas e esvaziar a água do vaso de electrólise.
Desenroscar a porca de fecho situada na extremidade onde se encontram os eléctrodos, e retirar o conjunto de eléctrodos.
Utilizar uma solução diluída de ácido clorídrico (uma parte de ácido em 10 partes de água), imergindo o grupo de eléctrodos na
mesma durante 10 minutos no máximo.
NUNCA RASPAR NEM ESCOVAR A CÉLULA OU OS ELÉCTRODOS.
Os eléctrodos de um sistema de electrólise salina constituem-se por lâminas de titânio revestidas com uma camada de óxidos de metais
nobres. Os processos de electrólise que têm lugar na sua superfície produzem o seu desgáste progressivo, portanto, com o fim de optimizar
o tempo de duração dos mesmos, é preciso considerar os seguintes aspectos:
1. Apesar de se tratarem de sistemas de electrólise salina AUTO-LIMPANTES, o funcionamento prolongado do sistema com valores
de pH acima de 7,6 em águas de alta dureza pode produzir a acumulação de depósitos calcários na superfície dos eléctrodos.
Estes depósitos deteriorarão progressivamente o revestimento, ocasionando uma diminuição do seu tempo de vida útil.
2. A realização de limpezas/lavagens frequentes dos eléctrodos (como os descritos anteriormente) reduzirá a sua vida útil.
3. O funcionamento prolongado do sistema com salinidades inferiores a 3 g/l produz uma deterioração primatura dos eléctrodos .
4. A utilização frequente de produtos algicidas com alto conteúdo de cobre pode produzir a deposição do mesmo nos eléctrodos,
danificando progressivamente o revestimento. Lembre-se que o cloro é o melhor algicida.
A
TEN
Ç
ÃO: uma falha súbita nos sensores pode provocar uma superdosa
g
em do produto re
g
ulador
de pH. Deven tomar-se medidas de seguridade adequadas para prever essa possibilidade. Tenha em
mente que a altas concentrações de cloro livre, o ensaio colorimétrico com PHENOL RED mostrará
cores anômalas, já que o reativo degrada-se quando os níveis de cloro são muito altos
6.2. Calibragem do sensor de pH
A frequência de calibragem do equipamento deverá ser determinada especificamente em cada aplicação. No entanto, recomendamos
efectuá-la pelo menos uma vez por mês durante a época de utilização da piscina. O controlador de pH integrado conta com dois modos de
calibragem do sensor de pH: “FAST” (rápido) e “STANDARD”.
6.2.1. MODO “FAST”
O modo “FAST” permite a calibragem rotineira do sensor frente a pequenos desvios do mesmo sem necessidade de extrair o sensor da
instalação ou utilização de soluções padrão.
PROCEDIMENTO:
1. Certificar-se de que o ponto onde se insere o sensor está imerso, e de que o depurador está em recirculação.
2. Por meio de um kit de medição de pH meça o pH actual da água da piscina.
3. Premir a tecla
« CAL [18] durante 5 seg. aproximadamente até que o equipamento emita um som e largar a tecla. O ecrã de
informações de pH [15] indicará “ 7.0 “ piscando.
4. Manter pressionada a tecla “SET” [21] até aparecer o valor de pH medido na água anteriormente, por meio do correspondente kit.
Uma vez alcançado o valor, largar e premir a tecla “CAL”. Caso não se detecte nenhum erro, o sistema ficará ajustado.

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