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SUB - Ver. 03
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funcionamento de um accionador que executa uma abertura de 90° da
folha, ou seja: 20°+ 20° de segurança, 70° de percurso normal, 10°+ 10°
de afrouxamento. Para realizar os ângulos descritos, utilize o cartão “CA”
pelo lado “mod. SUB R” (fig.11).
ATENÇÃO: Para aberturas efectivas, inferiores aos 90° não é possível
obter o afrouxamento em ambos os sentidos. É preciso decidir
antecipadamente se manter o afrouxamento no fecho ou na abertura,
considerando que o afrouxamento começa a agir nos últimos 25°- 30° de
rotação da árvore, quer na abertura que no fecho (fig.14). Determinado o
ângulo correcto para a fixação do casquilho estriado, para a fixação,
execute quanto previsto no parágrafo 8 - 8.1 .
NOTAS: Para as versões SUB GR, deve ser considerada uma rotação total
de 185° dos quais: 2.5°+ 2.5° de segurança, 25°+ 25° de afrouxamento,
125° de percurso a velocidade normal. Tudo isto, consente uma utilização
máx. de 180°.
8.3) Regulação do afrouxamento (somente nas versões R)
Os parafusos de regulação do afrouxamento “VR” estão evidenciados na
fig.15 e regulam-se utilizando uma chave sextavada de 3mm. Girando no
sentido horário o movimento é mais afrouxado, girando no sentido anti-
horário é menos afrouxado. Regule a velocidade de afrouxamento de
modo a evitar o batimento da folha nos batentes de paragem.
8.4) Instalação com braço de correr (fora do gonzo)
A instalação está representada na fig.9. O modo de instalação está descrito
no parágrafo 6.5. Além disso, a base de apoio do accionador deve estar
solidamente fixada com parafusos à base de fundação e não somente
encaixada nos quatro angulares como na instalação por baixo do gonzo.
9) BATENTES DE PARAGEM
É obrigatório o uso dos batentes de paragem no chão “F” (fig.20) quer na
abertura quer no fecho. Os batentes de paragem devem bloquear a folha
mantendo uma rotação extracurso de segurança de pelo menos 5° (fig.12).
10) DESFASAMENTO DAS FOLHAS
No caso de folhas com sobreposição no fecho, o desfasamento no fecho,
é regulado com o específico trimmer instalado na central electrónica de
comando. O motor da folha em atraso deve estar ligado aos bornes da
central identificados pelo símbolo “Mr” representados no esquema de
conexão da central.
11) INSTALAÇÃO DA FECHADURA ELÉCTRICA
É necessária somente nos modelos sem bloqueio hidráulico no fecho
(Tabela 1). A fechadura eléctrica mod. EBP (fig.16) é constituída por um
electroíman de serviço contínuo com engate ao solo. Neste dispositivo a
excitação permanece por todo o período de trabalho do motorredutor,
consentindo ao dente de engate “D” de chegar levantado ao bloqueio de
fecho, sem opor a mínima resistência; essa propriedade permite de
diminuir a carga de impulso no fecho melhorando a segurança
antiesmagamento.
12) REGULAÇÃO DA FORÇA DE IMPULSO (Fig.1)
É regulada por duas válvulas marcadas com a palavra “close” e “open”
respectivamente para a regulação da força de impulso no fecho e na
abertura. Girando as válvulas na direcção do sinal “+”, aumenta-se a força
transmitida; girando as válvulas na direcção do sinal “-”, se diminui. Para
garantir uma correcta segurança antiesmagamento, a força de impulso
deve ser de pouco superior aquela necessária a mover a folha quer no
fecho quer na abertura; todavia, a força medida na ponta da folha não deve
superar os limites previstos pelas normas nacionais vigentes. O accionador
não possui comutadores de limitação. Portanto, os motores desligam-se
quando termina o ciclo de trabalhado definido na central de comando. Tal
tempo de trabalho, deve ser de aproximadamente 2-3 segundos superior
ao momento em que as folhas encontram os batentes de paragem no chão.
Por este motivo e por motivos de segurança, em nenhuma circunstância
devem-se fechar completamente as válvulas de by-pass.
13) ABERTURA MANUAL
Nos casos de emergência, por exemplo por falta de energia eléctrica,
torna-se necessário efectuar a abertura manual do portão.
13.1) Versões sem bloqueios hidráulicos (fechadura eléctrica)
Sendo estes modelos reversíveis, para a manobra manual do portão é
suficiente abrir a fechadura eléctrica com a respectiva chave e empurrar as
folhas com uma força suficiente a superar aquela regulada com as válvulas
de By-pass (aproximadamente 15 kg/150N). Para facilitar a manobra pode
ser útil activar também o desbloqueio hidráulico no modo descrito a seguir.
13.2) Versões com bloqueios hidráulicos (Fig.17)
- Desenrosque o tampão “T” presente na tampa de cada accionador
(geralmente pelo lado interior).
- Introduza a chave de desbloqueio fornecido com o equipamento base,
no pivô de desbloqueio triangular PST e gire no sentido anti-horário por
algumas rotações (fig.18 CS).
- Empurre manualmente a folha a uma velocidade semelhante a
motorizada.
- Para restabelecer o funcionamento motorizado, gire a chave no sentido
horário até ao aperto completo, enrosque o tampão de desbloqueio à
tampa ,e coloque a chave num lugar conhecido pelos utilizadores.
NOTAS: para evitar eventuais oxidações do dispositivo de desbloqueio, é
útil encher a sede triangular com massa.
14) CONTROLO DA AUTOMATIZAÇÃO
Antes de tornar definitivamente operativa a automatização, controle
escrupulosamente o seguinte:
- Verifique que todos os componentes estejam fixados solidamente.
- Controle o funcionamento correcto de todos os dispositivos de segurança
(fotocélulas, perfil sensível, etc.).
- Verifique o comando da manobra de emergência.
- Verifique a operação de abertura e de fecho com os dispositivos de
comando aplicados.
- Verifique a lógica electrónica de funcionamento normal (ou
personalizada) na central de comando.
15) USO DELA AUTOMATIZAÇÃO
Pois que a automatização pode ser comandada a distância por meio de
radiocomando ou botão de Start, é indispensável controlar frequentemente
a perfeita eficiência de todos os dispositivos de segurança. Para qualquer
anomalia de funcionamento, intervenha rapidamente servindo-se de pessoal
qualificado. Recomenda-se de manter as crianças a devida distância do
raio de acção da automatização.
16) COMANDO
A utilização da automatização consente a abertura e o fecho da porta em
modo motorizado. O comando pode ser de tipo diverso (manual, com
radiocomando, controlo dos acessos com cartão magnético etc.)
dependendo das necessidades e as características da instalação. Para os
vários sistemas de comando, veja as relativas instruções. Os utilizadores
da automatização devem ser instruídos ao comando e ao uso.
17) MANUTENÇÃO
Para efectuar toda e qualquer manutenção no operador, interrompa a
alimentação ao sistema.Controle periodicamente se há perdas de óleo.
Para efectuar o enchimento do óleo utilize rigorosamente óleo do mesmo
tipo (veja tabela de dados) e opere como segue:
a) Retire o tampão “P” (Fig.3).
b) Encha com o óleo indicado até que o nível do mesmo esteja a uma altura
de 1,5 mm do furo do tampão de óleo.
c) Remonte tudo com atenção.
ATENÇÃO: A cada dois anos substitua completamente o óleo de cada
accionador.
O óleo deve ser rigorosamente do mesmo tipo (veja tabela de dados).
- Controle os dispositivos de segurança da automatização.
- Para qualquer anomalia de funcionamento não resolvida, interrompa a
alimentação ao sistema e peça a intervenção de pessoal qualificado.
- Se as folhas movem-se aos solavancos ou se ouve-se um ruído excessivo
durante a manobra, isso poderia ser provocado pela presença de ar no
circuito hidráulico e portanto é preciso executar a operação de sangria.
17.1) Sangria do óleo
NOTE: O accionador é fornecido sem ar no circuito hidráulico. Se fosse
necessário efectuar a operação de sangria execute quanto segue:
a) Retire a tampa do accionador.
b) Dê o comando de abertura e desaperte o parafuso de sangria (S)
abertura (fig.19-20) durante o movimento da folha.
c) Faça sair o ar até ao desaparecimento do óleo não emulsionado
(possivelmente evite de dispersar o óleo que sai dos parafusos de
sangria, na caixa de fundação).
d) Aperte o parafuso de sangria antes que o accionador termine o tempo
de trabalho.
e) Dê o comando de fecho e desaperte o parafuso de sangria fecho
MANUAL PARA A INSTALAÇÃO
PORTUGUÊS