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BFT URANO BT - Page 51

BFT URANO BT
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MANUAL PARA A INSTALAÇÃO
Adicionar Tecla 2can (agg 2ch)
associa a tecla desejada ao comando 2 canal rádio
Nota: A tecla escondida P1 assume um aspecto diverso, dependendo
do modelo de transmissor.
Para os transmissores com a tecla escondida, pressionar o botão escon-
dido P1 (Fig.B1). Para os transmissores desprovidos de tecla escondida,
a tecla P1 corresponde à pressão simultânea das 4 teclas do transmissor
ou, à ponte entre os contactos utilizando-se uma chaves de fenda depois
de se ter aberto o compartimento da bateria (Fig.B2).
- Ler (leggi)
efectua uma verificação de uma tecla de um receptor, se armazenada o
visor mostra o número do receptor na localização da memória (de 01 a
64) e o número da tecla (T1-T2-T3 ou T4).
- Eliminar Lista (elim. 64)
ATENÇÃO! Remove completamente todos os radiocomandos armaze-
nados da memória do receptor.
- Leitura do código do receptor (cod RX)
Visualiza o código inserido no receptor
NOTA IMPORTANTE: MARCAR O PRIMEIRO TRANSMISSOR ARMAZE-
NADO COM O ADESIVO CHAVE (MASTER).
O primeiro transmissor, no caso de programação manual, atribui o CÓDIGO
CHAVE AO RECEPTOR; este código é necessário para poder efectuar a
sucessiva clonação dos radiotransmissores.
Além disso, o receptor de bordo incorporado Clonix está dotado de algumas
importantes características funcionais avançadas:
• Clonação do transmissor master (rolling-code ou código fixo)
• Clonação por substituição de transmissores já inseridos no receptor
• Gestão da database dos transmissores
• Gestão da comunidade dos receptores
Para utilizar estas características funcionais avançadas, consultar as in-
struções UNIRADIO e a Guia à Programação de CLONIX, fornecidas com
o dispositivo UNIRADIO.
15.4) MENU LÍNGUA (lingua)
Consente de definir a língua do programador com visor.
- ITALIANO (ITA)
- FRANCÊS (FRA)
- ALEMÃO (DEU)
- INGLÊS (ENG)
- ESPANHOL (ESP)
15.5) MENU DEFAULT (predefinido)
Conduz a central para os valores predefinidos. Após a reposição é necessário
efectuar uma nova configuração automática.
15.6) DIAGNÓSTICO E MONITORIZAÇÃO
O visor presente no quadro QSC-D quer no funzionamento normal, quer no
caso de anomalias visualizza algumas informações úteis. Diagnóstico:
No caso de maus funcionamentos, o visor mostra uma mensagem que indica
qual é o dispositivo que é preciso verificar:
PED = activação da entrada PED
START = activação da entrada START
STOP = activação da entrada STOP
PHOT = activação da entrada PHOT
BAR = activação da entrada COST
FLT = activação da entrada FAULT fotocélulas verificadas
CLS = activação entrada CLOSE
OPEN = activação entrada OPEN
SWO = activação entrada final de curso abertura
SWC = activação entrada final de curso fecho
TH = actuação protecção térmica software
No caso em que a folha encontre um obstáculo, o quadro QSC-D pára e coman-
da uma invero e, ao mesmo tempo, o visor visualiza a mensagem “AMP”.
Monitorização:
Nas fases de abertura e fechamento o visor visualiza quatro QSC-D algarismos
separados por um ponto, por ex. 35.40. Durante a manobra, os algarismos
alteram-se constantemente e representam o binário máximo alcançado
respectivamente pelo motor (35) e o binário definido (40).
Estes valores consentem de corrigir a regulação do binário.
Se, o valor de binário máximo alcançado durante a manobra aproxima-se
sensivelmente do valor estabelecido no menu parâmetros, em futuro po-
deriam verificar-se anomalias de funcionamento devidas ao desgaste ou a
pequenas deformações da folha.
Portanto, aconselha-se de verificar o binário máximo alcançado, durante algu-
mas manobras na fase de instalação e eventualmente estabelecer no menu
parâmetros um valor superior de cerca de 15/20 pontos percentuais.
15.7) MENU CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICA (autoset)
Consente de efectuar a configuração automática do Binário dos motores.
ATENÇÃO! A operação de configuração automática deve ser efectuada a
partir do interruptor do fim-de-curso de fecho. Se tenta-se efectuar a Config.
Aut. numa posição diferente, aparecerá a mensagem de erro: nsvce a
manobra não será efectuada.
ATENÇÃO!! A operação de configuração automática deve ser efectuada
depois de ter-se verificado o exacto movimento da folha (abertura/fecho) e
a correcta activação dos finais de curso.
Programar a velocidade de desaceleração apropriada: assim que se prime
o botão OK visualiza-se a mensagem “.... .... ....”, a central comanda uma
manobra de abertura sem desaceleração, seguida por uma manobra de fecho
sem desaceleração, durante a qual memoriza a duração do percurso; em
seguida, a central comanda uma segunda manobra de abertura com desa-
celeração, seguida por uma manobra de fecho com desaceleração, durante
a qual se ajusta automaticamente o valor mínimo de binário necessário para
o movimento da folha. Em seguida, a central programa uma desaceleração
de 8 Seg. Se o percurso é inferior a 8 segundos, a central programa uma
desaceleração com uma duração igual à metade do percurso.
Durante esta fase é importante evitar o escurecimento das fotocélulas, a
utilização dos comandos START, STOP, PED, CLOS, OPEN e do visor.
No final, se a configuração automática foi efectuada com sucesso, a central
mostra a mensagem “OK” e depois de ter-se pressionado qualquer tecla
volta-se para o menu de configuração automática.
Se ao contrário, a central mostra a mensagem “KO”, significa que o pro-
cedimento de configuração automática não foi executado com sucesso e
que portanto, é necessário controlar o estado de desgaste do portão e a
regularidade do movimento das folhas e em seguida efectuar uma nova
operação de configuração automática.
ATENÇÃO! Durante a fase de configuração automática a função de dete-
cção dos obstáculos não é activa, portanto o instalador deve controlar o
movimento da automatização e impedir que pessoas e coisas aproximemse
ou fiquem paradas no raio de acção da automatização.
No caso de utilização de baterias tampão a configuração automática deve
ser efectuada com quadro comando alimentado com tensão de rede.
ATENÇÃO: os valores de binário definidos pelo ajuste automático
referem-se à velocidade de desaceleração definida pelo ajuste
automático. Se modifica-se a velocidade de desaceleração, é preciso
modificar também os valores de binário na desaceleração de forma a
garantir a activação da protecção com a nova velocidade definida.
ATENÇÃO: Verificar que o valor da força de impacto medido nos
pontos previstos pela norma EN 12445, seja inferior ao indicado
na norma EN 12453.
Uma errada definição da sensibilidade pode provocar danos a
pessoas, animais ou objectos.
16) CONEXÃO SÉRIE CENTRALIZADA (SCS1) Fig. 20
O quadro de comando QSC-D consente, através de específicas entradas
e saídas série (SCS1), de efectuar a conexão centralizada de várias auto-
matizações. Desta maneira, com um único comando, é possível executar a
abertura ou o fecho de todas as automatizações ligadas.
Seguindo o esquema de Fig. 20, executar a conexão de todos os quadros
de comando QSC-D, utilizando exclusivamente um par de tipo trançado. No
caso em que se utilize um cabo trançado com vários pares é indispensável
utilizar os fios do mesmo par.
O comprimento do cabo trançado entre uma aparelhagem e a sucessiva
não deve ser superior aos 250 m.
A este ponto é necessário configurar correctamente cada quadro de comando
QSC-D, definindo antes de mais nada uma central MASTER, que terá o
controlo de todas as outras, necessariamente configuradas como SLAVE
(ver os menus lógicas).
Além disso, definir o número de Zona (ver os menus parâmetros) entre 0
e 127.
O número de zona consente de criar grupos de automatizações, cada uma das
quais responde ao Master de Zona. Cada zona pode ter um único Master;
o Master da zona 0 controla também os Slave das outras zonas.
O fecho em anel da conexão série (indicado em tracejado na Fig.20), é
necessário somente se desejar, através de UNIPRO, verificar o dos
dispositivos ligados.
16.1) Folhas de correr contrapostas (Fig.20A)
É possível realizar o controlo centralizado de dois portões de correr contra-
postos (Fig. 20A), por meio de uma ligação série.
Neste caso, o quadro de comando Master M1 irá comandar simultaneamente
o fechamento e a abertura do quadro de comando Slave M2.
No caso de folhas de correr contrapostas, o quadro de comando M1 (Master)
e o quadro de comando M2 (slave) devem possuir o mesmo número de zona
e, na mesma zona, não deve haver outros dispositivos ligados.
Se o sentido de abertura de um dos dois motores não é correcto, inverter as
PORTUGUÊS
URANO BT Ver. 05 - 51
D811431_05

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