EasyManua.ls Logo

Sime Format.zip 25 BF - Page 62

Sime Format.zip 25 BF
Print Icon
To Next Page IconTo Next Page
To Next Page IconTo Next Page
To Previous Page IconTo Previous Page
To Previous Page IconTo Previous Page
Loading...
60
pressão mínima na fase de partida.
Neste caso, os tempos entre o apaga-
mento e as sucessivas acensões, serão
em função de uma diferença de 5°C
detectada pela sonda aquecimento (SM).
ATENÇÃO: Todas as operações descritas
devem necessariamente ser executadas
por pessoal autorizado.
3.2 SONDA TEMPERATURA
3.2.1 Versão “BF”
As caldeiras estão equipadas com uma
sonda NTC para a deteção da temperatura
aquecimento A sonda tem a função de
termóstato limite fixando o apagamento do
queimador quando a temperatura detecta-
da é superior a 85°C; a temperatura de
restabelecimento está fixada a 80°C.
Com a sonda interrompida, a caldeira não
funciona em ambos os serviços.
A Tabela 3 indica os valores de resistência
() da sonda em função da variação da
temperatura.
3.2.2 Versão “OF”
Na Tabela 3 estão indicados os valores de
resistência () que se obtêm nas sondas
de aquecimento e de água quente ao
modificar a temperatura. Com a sonda de
aquecimento (SM) interrompida, a cal-
deira não funciona em ambos os ser-
viços. Com a sonda de água quente (SS)
interrompida, a caldeira funciona em
aquecimento.
3.3 ENCENDIDO ELECTRÓNICO
A acensão e revelação de chama é contro-
lada por um único eléctrodo situado no
queimador que garante a máxima segu-
rança com tempos de intervenção de um
segundo em caso de falta de gás ou apa-
gamento acidental.
3.3.1 Ciclo de funcionamento
Rode o manípulo do selector sobre verão ou
inverno detectando, através do acendimen-
to do led, a presença de tensão. O acendi-
mento do queimador deverá dar-se dentro
de 10 segundos. Podem verificar-se não-
acendimentos com conseguinte activação
do sinal de bloqueio do aparelho que podem-
se definir como:
Falta de gás: O aparelho efectua regular-
mente o ciclo enviando tensão ao eléctrodo
que continua com a descarga durante 10
segundos no máximo; se o queimador não
acender, o aparelho para.
Pode manife-
star-se durante a primeira acensão ou
depois de longos periodos de inactividade
com presença de ar na tubagem. Pode
acontecer se a torneira do gás estiver
fechada ou uma das bobinas da válvula
apresentar uma interrupção no enrola-
mento que não permite a abertura
.
O electrodo de acensão não faísca: Na
caldeira nota-se somente a abertura do
gás ao queimador; depois de 10 segun-
dos o aparelho para. Pode existir uma
interrupção no cabo do eléctrodo ou o
cabo não foi bem fixo no terminal do tran-
sformador de acendimento. O eléctrodo
está em massa ou muito gasto e neces-
sita de ser substituído. A placa electróni-
ca é defeituosa.
Se faltar repentinamente a tensão, o quei-
mador apaga-se, quando voltar a tensão, o
aparelho recomeça a funcionar automati-
camente.
3.4 DISPOSITIVO DE SEGURANÇA
FUMOS “OF”
É um dispositivo (18 fig.3) de segurança que
impede a evacuação dos fumos no ambien-
te devida á ineficiência ou obturação parcial
da conduta de evacuação dos gases quei-
mados. Este sistema de segurança inter-
rompe o funcionamento da válvula de gás
quando a emissão de fumos no ambiente é
contínua e em quantidade tal que a pode
tornar perigosa. A intervenção do dispositi-
vo provoca o bloqueio do equipamento por
falta de ignição do queimador; neste caso
será necessário rodar o manípulo do comu-
tador na posição ( ) para que a caldeira
recomece a funcionar automáticamente.
Se o aparelho parar repetidamente, será
necessário efectuar um controle minuncio-
so da conduta, fazendo todas as modifi-
cações necessárias para que possa funcio-
nar de maneira eficiente.
3.5
PRESSÓSTATO DE FUMOS “BF”
O pressóstato (8 fig. 3), com calibragem fixa
9,5 - 11,4 mm H
2
0, tem a capacidade de
garantir o funcionamento do aparelho
mesmo com tubos de aspiração e eva-
cuação no límite máximo do comprimento
admitido. O valor do sinal a pressóstato
é
medito com um manómetro diferença liga-
do as tomadas de colector (fig. 16).
3.6 PRESSÓSTATO DA ÁGUA “OF”
O pressóstato da água (15 fig. 3)
intervém, bloqueando o funcionamento do
queimador, quando a pressão na caldeira
for inferior ao valor de 0,6 bar. Para
restabelecer o funcionamento do queima-
dor levar a pressão do equipamento a
valores compreendidos entre 1 e 1,2 bar.
3.7 FLUSSOSTATO ACQUA
Na vers. “OF” o fluxóstato (8 fig. 5)
intervém, bloqueando o funcionamento do
queimador, caso não detecte circulação
de água no circuito de água quente. Ao
contrário, na vers. “BF” intervém blo-
queando o funcionamento do queimador,
quando não detecta circulação de água
no circuito primário (> 400 l/h). Para
restabelecer o funcionamento do queima-
dor verificar a pressão do equipamento, o
funcionamento da bomba e do fluxóstato.
3.8 PREVALÊNCIA À DISPOSIÇÃO
DO EQUIPAMENTO
A prevalência residual para o equipamento
de aquecimento é representada, em
função do fluxo, do gráfico da fig. 17.
TABELA 3
0
200
1600
140012001000800600400
PORTATA (l/h)
PREVALENZA RESIDUA (mbar)
500
400
100
200
300
30
25
Fig. 17
CAUDAL (l/h)
PREVALÊNCIA RESÍDUA (mbar)
Fig. 16
Temperatura (°C) Resistência ()
20 12.090
30 8.313
40 5.828
50 4.161
60 3.021
70 2.229
80 1.669

Related product manuals