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Motores elétricos para atmosferas explosivas | 7
Para evitar a condensação de água no interior do motor durante o período de armazenagem, recomenda-se manter a resisncia de aquecimento
ligada (caso disponível). Para evitar oxidão dos mancais e assegurar uma distribuição uniforme do lubrificante, gire o eixo do motor manualmente
pelo menos uma vez por mês (dando, no mínimo, 5 voltas) e deixando-o sempre numa posão diferente. Para rolamentos com sistema de
lubrificação tipo oil mist, o motor deve ser armazenado na posição horizontal, independentemente da forma construtiva, com óleo ISO VG 68 no
rolamento, com a quantidade indicada no manual disponível no site e o eixo deve ser girado manualmente uma vez por semana. Caso os motores
sejam armazenados por mais de 2 anos, recomenda-se trocar os rolamentos, ou então removê-los, lavá-los, inspecioná-los e relubrificá-los antes
da sua colocação em funcionamento. Após este período de armazenagem tamm recomenda-se que os capacitores de partida de motores
monofásicos sejam trocados devido a eventuais perdas das suas características operacionais.
Todo manuseio do motor deve ser realizado de maneira suave para evitar impactos e danos aos mancais e com o dispositivo
de transporte/travamento do eixo (caso fornecido) sempre instalado.
Levante o motor sempre pelos olhais de içamento que foram projetados apenas para o peso do motor e que nunca devem ser
usados para levantamento de cargas adicionais acopladas. Os olhais de içamento dos componentes, como caixa de ligação, tampa
deetora, etc., devem ser utilizados apenas para manusear estas peças quando desmontadas. Informações adicionais sobre os
ângulos máximos de içamento estão indicados no manual geral disponível no site.
Meça periodicamente a resisncia de isolamento do motor e antes de energizá-lo pela primeira vez. Verique os valores recomendados e os
procedimentos de medão no manual geral no site.
Motores elétricos possuem circuitos energizados e componentes girantes expostos que podem causar danos às pessoas.
3. INSTALAÇÃO
Durante a instalação, os motores devem estar protegidos contra partidas acidentais.
Confira o sentido de rotão do motor, ligando-o a vazio antes de acoplá-lo à carga.
Remova os dispositivos de transporte e de travamento do eixo (caso fornecidos) antes de iniciar a instalação do motor.
Motores só devem ser instalados em aplicões, ambientes e forma construtiva informados na documentação do produto. Deve ser respeitado o tipo de
proteção e o EPL indicado na placa de identificão do motor, de acordo com a classicação da área onde o motor será instalado.
Os motores com pés devem ser instalados sobre bases devidamente planejadas para evitar vibrões e assegurar perfeito alinhamento. O eixo do motor
deve ser adequadamente alinhado com o eixo da máquina acionada. Um alinhamento incorreto, bem como uma tensão inadequada das correias de
acionamento, certamente danificao os mancais, resultando em excessivas vibrões e até causando a ruptura do eixo. Devem ser respeitadas as
cargas radiais e axiais admissíveis no eixo indicadas no manual geral no site. Sempre que possível, utilize acoplamentos fleveis.
Nos motores com rolamentos com lubricão a óleo ou sistema de lubricação tipo oil mist, conecte os tubos de refrigeração e lubrificão (caso
disponíveis).
Para mancais lubricados a óleo, o nível do óleo deve permanecer na metade do visor.
Remova a graxa de proteção contra corrosão da ponta do eixo e do flange apenas imediatamente antes da instalação do motor.
A não ser que haja especificão ao contrio no pedido de compra, os motores WEG são balanceados dinamicamente com “meia chaveta” e em vazio
(desacoplados). Os elementos de transmissão, como polias, acoplamentos, etc., devem ser adequadamente balanceados, antes de serem instalados no eixo do motor.
Os bues de dreno devem sempre ser posicionados de forma que a drenagem seja facilitada (no ponto mais baixo do motor).
Bujões de dreno de borracha “abre/fecha” saem de fábrica na posição fechada e devem ser abertos periodicamente para permitir a
saída da água condensada. Para ambientes com elevada condensação de água e motores com grau de proteção IP55, os drenos
podem ser montados na posição aberta. Para motores com grau de proteção IP56, IP65 ou IP66, os drenos devem permanecer na
posão fechada, sendo abertos apenas durante a manuteão do motor.
Bujões de dreno de borracha “automáticos” são projetados para uso único e não podem ser reutilizados. Se o buo de dreno for removido
por qualquer motivo, ele deve ser substituído por um novo.
Motores com lubrificação do tipo Oil Mist devem ter seus drenos conectados a um sistema de coleta especo.
Os bues de dreno de motores à prova de explosão não podem ser removidos durante os procedimentos de instalação e manutenção do
motor.
Quando motores são fornecidos com plugues de dreno certificados conforme IECEx CSA 12.0005U, estes motores somente podem ser
aplicados nos grupos IIB, IIC e IIIC, para temperatura ambiente de -55 °C a + 40 °C e Classe de Temperatura T5 a T2. Para o grupo IIIC tem que
ser mantido o Grau de Proteção IP6X.
o cubra e obstrua a ventilação do motor. Mantenha uma distância mínima livre de ¼ do diâmetro da entrada de ar da defletora em relação à
distância das paredes. O ar utilizado para refrigeração do motor deve estar na temperatura ambiente, limitada à faixa de temperatura indicada
na placa de identicação do motor (quando não indicado, considerar de -20 °C a +40 °C).
Para motores montados em ambientes descobertos ou montados na posão vertical, é necessário o uso de uma proteção adicional contra a
entrada de líquidos e/ou partículas sólidas, por exemplo, uso de um chau.
Para evitar acidentes, certique-se, antes de ligar o motor, de que o aterramento foi realizado conforme as normas vigentes e que a chaveta
esteja bem fixa.
Conecte o motor corretamente à rede etrica atras de contatos seguros e permanentes, observando sempre os dados informados na placa
de identificação, como tensão nominal, esquema de ligão, etc.
Para motores com cabos de ligação externos, as conexões devem ser realizadas dentro de um invólucro adequado às condões de utilização
(tipo de proteção).
Quando utilizado terminal, todos os fios que formam o cabo multilar devem estar presos dentro da luva. O isolamento dos cabos dos acesrios
deve ser mantido até 1 mm do ponto de coneo do conector.
Quando fornecido com conectores identificados com “W-A12”, “W-B12 (160V)” ou “W-B12 (500V)”, as seguintes características devem ser respeitadas:
Tabela 1 - Designação do conector
Para a coneo do cabo de alimentão, sistema de aterramento e montagem da tampa da caixa de ligação, devem ser respeitados os torques de aperto
indicados nas Tabelas 2 e 3.
Característica
Designação do conector
W-A12 W-B12 (160 V) W-B12 (500 V)
Tensão até 160 V até 160 V até 500 V
Corrente Máx. 15 A Máx. 15 A Máx. 20 A
Seção transversal do condutor 0,3 a 2,5 mm² 0,3 a 4 mm² 0,3 a 4 mm²
Quantidade de cabos por ponto de conexão 2x1 mm² 2x1,5 mm² 2x1,5 mm²
Torque de aperto 0,5 a 0,7 Nm
Temperatura de trabalho -20 °C a + 80 °C
Marcação ATEX / Certificação ATEX II 2G Ex eb IIC Gb / I M2 Ex eb I Mb / PTB 06 ATEX 1078 U
Marcação IECEx / Certificado IECEx Ex eb IIC Gb / Ex eb I Mb / IECEx PTB 17.0014U

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