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Sime RX 26 BF - Page 34

Sime RX 26 BF
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3.1
SISTEMA DE CONTROLO DE CHAMA
As caldeiras dispondo de un sistema de con-
trolo de chama tipo HONEYWELL S4565C.
O acendimento e a segurança da chama são
controlados por dois eléctrodos que garan-
tem a máxima segurança, com tempos de
corte de cerca de 1 segundo, em caso de
extinção acidental ou por falta de gás (fig. 8).
3.1.1 Ciclo de funcionamento
O acendimento do queimador normalmente
faz-se em 1 ou 2 segundos. Poder-se-á
manifestar o não acendimento com a con-
sequente activação do sinal de bloqueio do
programador, que se podem resumir em:
Falta de gás
O sistema de controlo de chama realiza
normalmente o ciclo, enviando tensão ao
eléctrodo de acendimento, que insiste na
descarga por 10 segundos máximo não
se verificando o acendimento do queima-
dor, o programador bloqueia.
Pode-se manifestar no primeiro acendi-
mento ou depois de longos períodos de
inércia com presença de ar na tubagem.
Pode ser causada pela torneira de gás
fechada ou por uma das bobinas da elec-
troválvula que apresente o enrolamento
interrompido (bobina queimada não per-
mitindo a abertura).
O eléctrodo de acendimento não faísca
Na caldeira nota-se apenas a saída do
gás para o queimador, passados 10
segundos o sistema de controlo de
chama bloqueia. Pode ser causado pelo
cabo do eléctrodo interrompido ou não
ser bem fixado ao terminal do sistema de
controlo de chama; ou mesmo o sistema
de controlo de chama com o transfor-
mador queimado.
Não há ionização da chama
Desde o momento em que se acende,
nota-se a descarga contínua do eléctrodo,
apesar do queimador estar aceso. Após
10 segundos a descarga é interrompida e
o queimador apaga-se, acendendo-se a
lâmpada indicadora de bloqueio do sistema
de controlo de chama. Manifesta-se nos
casos em que não foi respeitada a posição
de fase e neutro na placa de ligadores. O
cabo do eléctrodo de ionização está corta-
do ou o eléctrodo está ligado à massa; o
eléctrodo está muito desgastado, necessi-
tando de ser substituído. O sistema de con-
trolo de chama é defeituoso.
Por falta repentina de tensão, o queimador
pára imediatamente de funcionar e ao resta-
belecer-se a tensão, a caldeira entrará
automàticamente em funcionamento.
3.1.2 Ciclo de funcionamento
A cada acençào o programador efetua uma
autoverificaçào que, em caso de problema
ou sinal de chama parasita, impediz o avia-
mento do programador.
O programador nào se acende, tambèm, no
caso em que o pressòstato do ar nào seja
na posiçào de ausencia de ventilaçào.
3.2 PRESSOSTATO DOS FUMOS (fig. 9)
O pressòstato de tiragem fixa è in grado de
garantir a funcionalidade da caldeira
tambèm com tubos de aspiraçào e de
descarga ao limite maximo de comprimen-
to consentido. O valor do sinal do pressò-
stato vem misurado com um manometro
diferencial colegado às tomadas de pres-
sào positiva e negativa que se encontram
na sala estanha (depois da utilização colo-
car novamente os parafusos nas tomadas).
3.3 PREVALÊNCIA DISPONÍVEL
AO APARELHO
A prevalência residua para o equipamento
de aquecimento, é representada, em
função do cauadl, pelo gráfico da
fig. 10.
32
IT
ES
PT
GB
3 CARACTERÍSTICAS
2
1
3
Fig. 8
CAMERA STAGNA
Fig. 9
500 1000 1500 2000
2500
0
100
200
300
400
500
Portata l/h
Prevalenza residua (mbar)
BITHERM BF
Fig. 10
LEGENDA
1 Queimadores
2 Eléctrodo de ionização
3 Eléctrodo de acensão
Caudal l/h
Prevalência resídua (mbar)
SALA ESTANHA

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