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•Realizar cinco séries de aspira˜ão pesando as de cada
vez e calcular o valor médio destas aspira˜ões.
•Calcular o volume médio aspirado em
μ
l multiplicando
o valor médio das aspira˜ões em [mg] pelo fator da
densidade da água destilada [
μ
l/mg] sujeito ∫ tempera-
tura e pressão conforme a tabela:
Se o volume médio aspirado ultrapassar os valores
admissíveis:
•Retire o botão da pipetagem (Fig. 4A).
Aten˜ão: O botão da pipetagem é composto por duas
pe˜as: o “girador” (Fig. 1A2) e o botão propriamente
dito (1A1). Depois de tirar o botão, ambas as partes
se separam.
•Ao segurar o “girador” de ajuste de volume de maneira
a protegé-lo contra a volta, introduzir a chave de cali-
bra˜ão nos canais do parafuso de calibra˜ão (Fig. 4B).
•Girar a chave no sentido horário para diminuir a quanti-
dade aspirada ou, para o lado oposto para aumentar
essa quantidade. Uma volta completa com a chave de
calibra˜ão altera o volume aspiradoda pipeta pelos val-
ores ΔV indicados na tabela acima (Fig. 4C).
•Retirar a chave de calibra˜ão e colocar o botão da pi -
pe tagem (Fig. 4D). Para montar o botão da pipetagem,
coloque no eixo em primeiro lugar o girador (Fig. 1A2)
e depois o botão (Fig. 1A1).
Determinar o volume médio aspirado. O volume médio
deverá manter-se nos limites dos valores admissíveis
indicados na tabela. Se este volume ultrapassar os val-
ores é necessário repetir a recalibra˜ão. Se pipetar líqui-
dos que tenham as qualidades físicas muito diferente
das da água, proceda conforme o capítulo 5.
9 - SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS
Se notar um funcionamento incorreto da pipeta, verifique
a causa. A reposi˜ão de pe˜as é o último recurso, que
se a utiliza˜ão for correta não ocorrerá.
Na pipeta sobra amostra
•Dispensa˜ão muito rápida da ponteira.
Diminua a velocidade da pressão do botão da pipe-
tagem.
•Maior umidade da ponteira provocada por um uso fre-
quente.
Troque a ponteira por uma nova.
No líquido aspirado pela ponteira aparecem bolhas de ar.
•Profundidade pequena de mais de imersão da ponta.
Mergulhe a ponteira mais fundo conforme a instru˜ão.
•
Ponteira introduzida com pouca for˜a no eixo da pipeta.
Introduza a ponta com mais for˜a.
•Ponteira danificada ou usada frequentemente.
Troque a ponteira por uma nova.
A pipeta aspira o líquido de maneira incorreta ou o
líquido vaza da ponteira.
•
Ponteira introduzida com pouca for˜a no eixo da pipeta.
Introduza a ponteira com mais for˜a.
•A rosca que fixa o eixo (Fig. 3F) nas pipetas AP-2 - AP-
1000 está desenroscada.
Parafuse a rosca que fixa o eixo.
•Uma ruptura ou um risco na superfície do eixo.
Retire o ejetor, desenrosque a rosca que fixa o eixo,
verifique o eixo e o conjunto do pistão.
Troque as pe˜as defeituosas (ver cap. 12), monte a
pipeta parafusando a rosca.
PORTUGS
Temperatura [°C]
Pressão [kPa]
95.0 101.3 105.0
20
21
22
23
24
25
1.0028
1.0030
1.0032
1.0034
1.0037
1.0039
1.0029
1.0031
1.0033
1.0035
1.0038
1.0040
1.0029
1.0031
1.0033
1.0036
1.0038
1.0040
Pipeta
Extensão da
capacidade
da pipeta
[μl]
Volume
ajustado
[μl]
Valores
admissíveis
[μl]
Mudança do volume
de uma volta
da chave
de calibração
Δ
V [μl] (24 doses)
AP-2
AP-10
AP-20
AP-50
AP-100
AP-200
AP-250
AP-1000
AP-5000
AP-10ML
0.1 - 2
0.5 - 10
2 - 20
5 - 50
10 - 100
20 - 200
50 - 250
100 - 1000
1,000 - 5,000
1,000 - 10,000
0.2
0.5
2
5
10
20
50
100
1,000
1,000
0.176 - 0.224
0.48 - 0.52
1.94 - 2.06
4.875 - 5.125
9.84 - 10.16
19.76 - 20.24
49.5 - 50.5
98.4 - 101.6
994 - 1,006
975 - 1,025
0.06
0.33
0.63
2.50
2.50
6.30
6.30
25.00
125.00
250.00