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Sime METRO - Page 61

Sime METRO
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Para cada acendimento, depois do perío-
do de acendimento lento, o aparelho,
colocar-se-á, durante aprox. 1 minuto á
pressão mínima de modulação para
depois mudar para o valor de pressão de
aquecimento seleccionado. Colocando a
ponte anula-se a pausa técnica progra-
mada e o período de funcionamento á
pressão mínima na fase de partida.
Neste caso, os tempos entre o apaga-
mento e as sucessivas acensões, serão
em função de uma diferença de C
detectada pela sonda aquecimento (SM).
ATENÇÃO: Todas as operações descritas
devem necessariamente ser executadas
por pessoal autorizado.
3.2 SONDA TEMPERATURA
As caldeiras “METRÒ” estão equipadas
com uma sonda para a deteção da tempe-
ratura. A sonda tem a função de termósta-
to limite fixando o apagamento do queima-
dor quando a temperatura detectada é
superior a 85°C; a temperatura de resta-
belecimento está fixada a 80°C.
Com a sonda aquecimento (SM) interrom-
pida, a caldeira não funciona em ambos os
serviços. A Tabela 3 indica os valores de
resistência () da sonda em função da
variação da temperatura.
3.3 ENCENDIDO ELECTRÓNICO
A acensão e revelação de chama é contro-
lada por um único eléctrodo situado no
queimador que garante a máxima segu-
rança com tempos de intervenção de um
segundo em caso de falta de gás ou apa-
gamento acidental.
3.3.1 Ciclo de funcionamento
Rode o manípulo do selector sobre verão ou
inverno detectando, através do acendimen-
to do led, a presença de tensão.
O acendimento do queimador deverá dar-se
dentro de 10 segundos.
Podem verificar-se não-acendimentos com
conseguinte activação do sinal de bloqueio
do aparelho que podem-se definir como:
Falta de gás
O aparelho efectua regularmente o ciclo
enviando tensão ao eléctrodo de acensão
que continua com a descarga durante 10
segundos no máximo; se o queimador
não acender, o aparelho para.
Pode manifestar-se durante a primeira
acensão ou depois de longos periodos de
inactividade com presença de ar na tuba-
gem. Pode acontecer se a torneira do gás
estiver fechada ou uma das bobinas da
válvula apresentar uma interrupção no
enrolamento que não permite a abertura
.
O electrodo de acensão não faísca
Na caldeira nota-se somente a abertura
do gás ao queimador; depois de 10
segundos o aparelho para.
Pode existir uma interrupção no cabo do
eléctrodo ou o cabo não foi bem fixo no
terminal do transformador de acendi-
mento. O eléctrodo está em massa ou
muito gasto e necessita de ser substituí-
do. A placa electrónica é defeituosa.
Se faltar repentinamente a tensão, o quei-
mador apaga-se, quando voltar a tensão, o
aparelho recomeça a funcionar automati-
camente.
3.4 DISPOSITIVO DE SEGURANÇA
FUMOS “25 OF”
É um dispositivo de segurança que impede a
evacuação dos fumos no ambiente devida á
ineficiência ou obturação parcial da conduta
de evacuação dos gases queimados (15 fig.
3). Este sistema de segurança interrompe o
funcionamento da válvula de gás quando a
emissão de fumos no ambiente é contínua e
em quantidade tal que a pode tornar perigo-
sa. Para pôr a caldeira a funcionar novamen-
te, rearme o botão do termóstato. Se o apa-
relho parar repetidamente, será necessário
efectuar um controle minuncioso da conduta,
fazendo todas as modificações necessárias
para que possa funcionar de maneira eficien-
te. Depois de todas as intervenções efectua-
das no dispositivo verifique se es a funcio-
nar bem. Em caso de substituição, usar exclu-
sivamente peças de origem Sime.
NOTA: É proibido desactivar o dispositivo.
3.5
PRESSÓSTATO DE FUMOS “25 BF”
O pressóstato, com calibragem fixa 4,5-6
mm H
2
0, tem a capacidade de garantir o
funcionamento do aparelho mesmo com
tubos de aspiração e evacuação no límite
máximo do comprimento admitido (9 fig. 3).
Impurezas e formações de condensação,
mais prováveis nas alturas mais frias, pode-
riam impedir o funcionamento do pressó-
stato e o não acendimento da caldeira.
3.6 SEGURANÇA PARA FALHA
DE CIRCULAÇÃO DA ÁGUA
A caldeira é equipada com um fluxóstato (8
fig. 6) que intervém e bloqueia o funciona-
mento do queimador, se não detectar circu-
lação de água no circuito primário (> 400
l./h.). Para restabelecer o funcionamento
do queimador, verifique a pressão do sis-
tema, o funcionamento da bomba e o do
fluxóstato.
3.7 PREVALÊNCIA DISPONÍVEL
AO APARELHO
A prevalência resídua para o equipamento
de aquecimento, é representada, em
função do caudal, pelo gráfico da fig. 20.
3.8 RELÓGIO
PROGRAMADOR
(a pedido)
O painel de comandos permite a utilização
de un rélogio programador para a gestão
do aquecimento, fornecido a pedido no kit
cód. 8092203.
Para efectuar a montagem, remova do pai-
nel de comando a tampa que cobre o orifí-
cio para o alojamento e, com o painel dos
59
TABELA 3
Temperatura (°C) Resistência ()
20 12.090
30 8.313
40 5.828
50 4.161
60 3.021
70 2.229
80 1.669
0
600
200
1600
1400
1200
1000800600400
PORTATA (l/h)
PREVALENZA RESIDUA (mbar)
500
400
100
200
300
Metrò
Fig. 20
CAUDAL (l/h)
PREVALÊNCIA RESÍDUA (mbar)

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