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9. MODO DE UTILIZAÇÃO
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Dispor o dispositivo ao lado
da perna que deve ser imo-
bilizada, posicionando o su-
porte isquiático à altura do
quadril do paciente.
Afrouxar as anilhas de tra-
vamento girando-as no sen-
tido anti-horário e adaptar
o comprimento ao membro
do paciente. É aconselhável
ajustar o comprimento de
modo que o mecanismo de
tração fique a uma distânc-
ia de aproximadamente 20
cm do calcanhar do mem-
bro saudável.
Levantar o dspositivo, abrir
o suporte e, mantendo-o
inclinado, verificar o seu
correto travamento.
Após atingir o comprimento
desejado travar as anilhas
girando-as no sentido
horário e verificar o correto
travamento da porção tele-
scópica da estrutura.
Abrir todas as correias
distribuindo-as uniforme-
mente ao longo da estru-
tura e preparar o paciente
eliminando vestuários volu-
mosos e calçados; manter o
membro alinhado manual-
mente.
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Enquanto o primeiro opera-
dor levanta delicadamente,
de poucos centímetros o
membro fraturado, o se-
gundo operador deve apli-
car a tornozeleira (aderente
mas não demasiadamente
estreita) ao redor do mem-
bro do paciente.
Regular a correia de tração
da tornozeleira na posição
mais curta possível, dispo-
nibilizando assim. Um ma-
ior espaço de tração.
O segundo operador deve
segurar a correia da torno-
zeleira e aplicar uma leve
tração enquanto o primeiro
operador se prepara su-
portando manualmente o
membro.
Os dois socorristas devem
levantar a extremidade do
membro até obter um âng-
ulo útil para a inserção do
dispositivo.
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Colocar o dispositivo de-
baixo do membro, limitan-
do o máximo possível os
movimentos deste último.
Aplicar uma leve tração
na tornozeleira e inserir o
dispositivo sob o membro,
de forma que o acolchoa-
mento isquiático entre em
contacto com o ísquio do
paciente.
Mantendo sempre uma
leve tração na tornozelei-
ra, conectar a correia da
mesma ao mecanismo de
tração utilizando o gancho
em “S”.
Fixar o cinto isquiático, pas-
sando a parte mais compri-
da através do anel conecta-
do à parte mais curta e
bloqueando-a em seguida.
Apertar o cinto com cui-
dado para não obstruir a
circulação.
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Depois de ter inspeciona-
do atentamente a fixação
da tornozeleira, girar o
manípulo do mecanismo
de tração.
O grau da tração deve ser
avaliado cuidadosamente
de acordo com as con-
dições do paciente.
Depois de ter verificado o
alinhamento do membro,
proceder com o aperto de
todas as correias a partir
da parte superior até o tor-
nozelo, prestando atenção
para não prejudicar a cir-
culação e não comprimir o
ponto de fratura.
Apertar as correias en-
gatando as fivelas de de-
sengate rápido e ajustar o
tensionamento.
Para continuar as ope-
rações de transporte é
aconselhável utilizar uma
prancha de resgate e cobrir
com uma tela isotérmica.
Quando o médico responsável julgar adequado remover o dispositivo do paciente, abrir com cuidado as correias suportando e mantendo o membro parado.
Segurar a correia da tornozeleira mantendo-a tracionada; em seguida, puxar a lingueta de desbloqueio do mecanismo de tração. Liberar gradualmente a tração da torno-
zeleira.
Continuando a suportar o membro, deslizar delicadamente o dispositivo sob a perna do paciente até conseguir extraí-lo completamente.